
1º CONCERTO - RADAMÉS GNATTALI 120 ANOS
25 e 26 de março na Casa do Choro (Rua da Carioca 38, Rio de Janeiro)
Radamés foi pianista de primeira, compositor brilhante e incansável, além de arranjador fundamental na construção da música brasileira. Ninguém lecionou tanto, durante toda a vida, sem jamais ter sido professor. Não bastasse tudo o que imaginou, tocou e escreveu, ainda inventou, inadvertidamente, o jeito de ensinar música dessa Escola: aprendendo, ouvindo, tocando, juntando sons e gente, generosamente - Mauricio Carrilho
A Casa do Choro tem imenso orgulho em abrir a Temporada 2026 da Orquestra Portátil com este concerto inteiramente dedicado à obra de Radamés Gnattali (1906-1988).
Radamés foi figura central na música brasileira no séc.XX, com uma atuação intensa por mais de 50 anos, em um período que vai da década de 1930 até a década de 1980. Deixou mais de 300 peças de concerto, boa parte delas ainda inéditas ou desconhecidas. Já na música popular, deixou mais de 200 títulos - entre choros, valsas, sambas, canções e muitos outros gêneros musicais, além de atuar como o principal arranjador do país nas décadas de 1940 e 1950, com (literalmente) milhares de arranjos escritos para todos os principais intérpretes da época.
É bem verdade que Radamés não foi um compositor de grandes sucessos populares, mas, por outro lado, influenciou alguns nomes e movimentos fundamentais da música popular brasileira - não à toa, era tratado por Tom Jobim como um mestre, um pai musical.
No choro, Radamés teve um papel fundamental desde a década de 30, atuando como modernizador do gênero. Além disso, influenciou decisivamente - já no fim da vida – uma geração que ressignificou o choro, a geração de Luciana Rabello e de Maurício Carrilho (diretores da Casa do Choro) e de outros músicos, tanto por encorajar os jovens quanto por compor músicas que mudariam o rumo das coisas. A suíte "Retratos", obra de 1956 que se tornaria sua composição mais conhecida, foi um desses marcos. A adaptação que Radamés fez para ela no fim dos anos 70 (pra bandolim e conjunto de choro) influenciou tudo o que veio depois, impactando até mesmo a formação musical básica dos instrumentistas populares, a partir dos anos 80.
Orquestra Portátil – 20 anos
Formada em 2005, a Orquestra Portátil nasceu como
uma prática coletiva da EPM e se consolidou como referência nacional no ensino
e difusão do choro, gênero reconhecido como patrimônio cultural brasileiro. A
proposta é unir a força sonora de uma orquestra à espontaneidade popular do
choro, oferecendo uma experiência musical que emociona e educa ao mesmo tempo.
A coordenação geral é da cavaquinista Luciana
Rabello, fundadora da Casa do Choro e da EPM, e a regência dos concertos é
assinada pelo maestro e pesquisador Pedro Aragão (professor da UNIRIO).

PINK FLAMINGO NOVA TEMPORADA Local: Pink Flamingo Rua Raul Pompéia, 102

Fiesta Latina Baila Baila | Sábado 21 de marzo23 horas| Edición Baile de Reggaeton Ao som de muito reggaeton, neoperreo, brasilidades, funk, salsa, merengue, bachata, pop latino e canciones calientes. Suelta el cuerpo y ven a bailar! Endereço| DIRECCIÓN: Rua Siqueira Campos 143 - Copacabana A Baila Baila se tornou uma das principais festas latinas da noite carioca, com uma seleção musical impecável para os amantes de reggaeton, pop latino e funk, somado a um ambiente vibrante, a festa rapidamente conquistou o coração dos cariocas e dos visitantes internacionais, um indicativo claro do impacto cultural que a festa exerce. Essa diversidade de frequentadores enriquece ainda mais o evento, criando uma mistura única de culturas e experiências que fazem da Baila Baila um verdadeiro melting pot de sons e pessoas. \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\_ Baila Baila se ha convertido en una de las principales fiestas latinas de la vida nocturna de Río, con una impecable selección musical para los amantes del reggaetón, el pop latino y el funk, combinado con un ambiente vibrante, la fiesta rápidamente se ganó los corazones de los locales y visitantes internacionales de todo el mundo, una clara indicación del impacto cultural que tiene la fiesta. Esta diversidad de asistentes enriquece aún más el evento, creando una mezcla única de culturas y experiencias que hacen de Baila Baila un verdadero crisol de sonidos y personas. Quais artistas você pode ouvir na Baila Baila: Qué artistas puedes escuchar en Baila Baila: Daddy Yankee, Don Omar, Bad Bunny, Karol G, Anitta, Feid, Peso Pluma, Maluma, Rosalía, Kali Uchis, Luis Fonsi, Becky G, Natti Natasha, Shakira, Farruko, Ozuna, J. Balvin, Tini, Emilia, Rauw Alejandro, Nathy Peluso, Bad Gyal, Tokischa, Bellakath, Young Miko, FloyyMenor, Cris Mj, El Alfa, Yailin la Mas Viral, Big One, Bizarrap, Quevedo, Tiago PZK, Duki, Trueno, Tainy, Anuel AA, Xavi, Fuerza Regida, Luck Ra, Paulo Londra, Thalia, RBD, Belinda, Pitbull, Fariana, Enrique Iglesias, Ricky Martin, Chino & Nacho, Alvaro Díaz, Selena Gomez, Camila Cabello, Nicky Jam, Myke Towers, Manuel Turizo, Sebastian Yatra, Camilo, La Cruz, Villano Antillano, Danny Ocean, CNCO, Abraham Mateo, Reik, Chanel, Danna Paola, Lali, Maria Becerra, Nicki Nicole, J Alvarez, Wisin & Yandel, Pedro Sampaio, Luisa Sonza, Ludmilla, Marina Sena, Pabllo Vittar, Cazzu, Guaynaa, Sofía Reyes, Gloria Trevi, Jennifer Lopez, Gloria Estefan, Selena ... e muito mais \* Classificação 18 anos

Terreiro de Crioulo é mais que uma roda de samba — é encontro, é resistência, é celebração da nossa cultura. Samba de raiz, cantado no coro, palma na mão e energia lá no alto. Quem já viveu sabe: a vibração é diferente. Repertório de respeito, clássicos que marcaram gerações e aquela conexão que transforma a noite em memória. Quinta-feira – 19/03 Às 19h Casa Savana Estacionamento em frente Vendas no Sympla Chegue cedo e venha fazer parte dessa roda que já é parte do nosso cenário.
“Levar a Orquestra Portátil a diferentes regiões é
um ato de amor à nossa cultura. A proposta é justamente descentralizar o acesso
e valorizar o choro como expressão viva e contemporânea. O circuito no Rio de
Janeiro, em regiões periféricas, reforça nosso propósito de formar músicos e
públicos em todo o Brasil, mantendo viva a tradição do choro em diálogo com o
presente”, destaca Luciana.
Entre os instrumentistas, estão nomes de destaque
como o violonista e arranjador Paulo Aragão, o cavaquinista Jayme Vignoli, além
dos irmãos Everson e Aquiles Moraes, que começaram sua formação na EPM e hoje
integram o grupo como expoentes de uma nova geração de músicos.