Sobre Este Evento
Quatro festas. Quatro jeitos de viver Alter do Chão. De 27 a 31 de dezembro, Saulo Jennings recebe em Alter do Chão para quatro festas open food e open bar inspiradas nas águas, nos sabores e nos encontros da vila. Tem gente que chega a Alter do Chão pelo rio. Tem gente que chega de avião, de carro, de longe. Tem quem volte todo ano e quem esteja chegando pela primeira vez. No fim de dezembro, os caminhos se encontram por aqui. São quatro festas, nos dias 27, 28, 29 e 31 de dezembro. Quatro experiências diferentes para atravessar juntos os últimos dias do ano. Começa com cheiro. Depois vai para a água. Acende o fogo. E termina diante do Tapajós, vendo um ano ir e outro chegar. A música vem junto. A programação artística a gente conta em breve. 27/12 — CHEIRO DO SAIRÉ Primeiro, a gente chega. O banho-de-cheiro preparado com ervas perfuma, refresca e recebe. Quem conhece o Sairé sabe: há cheiros que pertencem a um lugar e que, muitos anos depois, são capazes de levar a gente de volta até ele. É por aí que começamos. Cheiro do Sairé é nossa festa de chegada. O primeiro encontro, o primeiro abraço, o primeiro pé na areia. Para quem acabou de desembarcar e para quem já estava por aqui esperando os outros chegarem. Na cozinha, a noite começa pelo Pará: um festival de comida paraense, reunindo sabores que ajudam a contar de onde somos e dão as boas-vindas a quem acaba de chegar. Um cheiro para abrir os caminhos. E quatro dias pela frente. Comida à vontade ( o tal open food ) e bebida liberada ( o famoso open bar ).
1º lote — R$ 400 28/12 — CATRAIA Depois, a gente atravessa. Em Alter do Chão, a catraia leva e traz. Aproxima margens, atravessa para a ilha, volta para a vila. Faz parte de um jeito de viver em que a água não separa: a água é caminho. No dia 28, ela também vira festa. Os catraieiros fazem parte da experiência, as embarcações entram na paisagem e a gente troca por algumas horas a pressa da terra pelo tempo do rio. E a comida acompanha esse espírito. É dia de comer sem cerimônia: massas, sanduíches e lanches feitos para circular, escolher, voltar, experimentar outra coisa e continuar a festa. Às vezes, chegar do outro lado é só uma boa desculpa para atravessar. Comida à vontade ( o tal open food ) e bebida liberada ( o famoso open bar ).
1º lote — R$ 400 29/12 — PIRACAIA DO SAULO Então, a gente acende o fogo. Peixe, brasa, praia e gente em volta. Piracaia é dessas coisas simples que dizem muito sobre onde estamos. O fogo reúne, a comida circula e ninguém precisa de muita cerimônia para encontrar seu lugar. No dia 29, Saulo Jennings faz aquilo que está no centro de sua relação com Alter do Chão: recebe pessoas em torno da comida. Os peixes vão inteiros para o fogo, assados na brasa, como se faz há gerações às margens do Tapajós. A comida acontece perto da praia, perto do rio e perto de quem está comendo. Na Piracaia do Saulo, a gastronomia não acompanha a festa. A gastronomia é a festa. Comida à vontade ( o tal open food ) e bebida liberada ( o famoso open bar ).
1º lote — R$ 500 31/12 — BANZERIÔ, A VIRADA Por fim, a gente deixa ir. Tem coisa que merece atravessar com a gente. Tem coisa que pode ficar em 2026. Na última noite do ano, o encontro é diante do Tapajós. Para celebrar o que passou, abrir espaço para o que vem e fazer aquilo que toda grande virada merece: uma grande festa em volta da mesa. À meia-noite, muda o calendário. O rio continua correndo. Banzeriô. Talvez seja por isso que faça tanto sentido estar aqui. Deixa o ano ir. Vem ver 2027 chegar em Alter do Chão. Comida à vontade ( o tal open food ) e bebida liberada ( o famoso open bar ).
1º lote — R$ 600 QUATRO FESTAS. UM PASSAPORTE. Chegar. Atravessar. Acender. Deixar ir. Cheiro do Sairé + Catraia + Piracaia do Saulo + Banzeriô Quatro encontros entre 27 e 31 de dezembro, todos com comida à vontade e bebida liberada, tudo incluso. Passaporte 4 Festas — 1º lote: R$ 1.700.
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